Setembro, a Ducon veste a bombacha e prepara o chimarrão pra lembrar de onde vem essa história de proteger no Rio Grande do Sul. É o mês da Revolução Farroupilha, quando o gaúcho reafirma uma tradição que atravessa gerações: cuidar do que é seu, do jeito que sempre se cuidou por aqui. A campanha deste mês se chama Tradição de Proteger porque proteger já fazia parte da nossa cultura muito antes de existir apólice.
A primeira edição é pra quem roda todo dia pela cidade, e fala sobre uma cobertura que resolve a batida com culpado não identificado, pouco conhecida entre os condutores do RS.
Bateram no seu carro e sumiram? A cobertura colisão terceiro não identificado resolve isso
É uma cena comum: você volta pro carro e encontra um amassado que não estava antes. Ninguém viu, e ninguém se identificou. Por isso, muita gente assume que, nesse caso, “não tem o que fazer”.
Mas existe uma cobertura específica para colisão com terceiro não identificado, e você pode incluí-la na apólice de seguro auto. Ela não é automática em toda apólice, então vale a pena conferir se a sua já tem essa proteção.
De acordo com o Observatório Estadual da Segurança Pública do RS, a taxa de roubo de veículos em Porto Alegre caiu 49% em 2024 na comparação com 2023, de 153,2 para 78,4 casos a cada 100 mil veículos, com dados do Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2025. A queda é real, mas o tipo de imprevisto que continua acontecendo no dia a dia (a batida no estacionamento, o arranhão sem testemunha) é diferente do roubo. Afinal, é isso que essa cobertura cobre.
Fale com a Ducon para saber se a sua apólice atual já inclui cobertura para colisão com terceiro não identificado. E se um sinistro acontecer, saiba como funciona o processo e como pedir a indenização.
Na próxima edição da campanha Tradição de Proteger, a Ducon fala sobre outra cobertura que passa despercebida e pode te proteger.